Amar o que se faz

Uma das maiores dificuldades da vida é você decidir o que quer ser/fazer. Eu sei o que quero ser/fazer. Mas como falei anteriormente, sempre dá um frio na barriga. Diante dos meus 35 anos, confesso que não sei exatamente como farei "isso", mas, sei que não serei feliz se não fizer "isso". Ao me questionar em relação a minha qualidade e merecimento, cheguei a seguinte conclusão: Não sou e provavelmente não serei um músico do nível das minhas referências, como Frusciante, Cantrell, Gilmour, Knopfler, etc. E nunca produzirei como Anhaia, Date, Bob Rock, Rubin, Wallace, etc. Até porque eles são pessoas únicas e trabalham de uma forma singular. Cada um de nós é assim; somos únicos. 

Porém, mesmo que eu fosse tão genial quanto eles, ainda existem outros fatores aí, como: Sorte, contatos, publicidade, influência no mercado, etc. E se o assunto cair para o lado do marketing, pior ainda. Talvez a concorrência seja ainda mais acirrada. 

Então, se a concorrência é tão grande, e ao mesmo tempo eu sou tão pequeno se comparado aos maiorais da minha área, como é que eu vou vencer na vida? E a resposta que eu tenho para te dar é apenas uma: Eu nunca serei realmente feliz, a menos que eu faça aquilo que eu amo. O meu tamanho, não cabe a mim determinar. Eu devo apenas fazer aquilo que eu quero fazer. Aquilo que faz o meu coração bater mais forte. E algum resultado disso eu terei. Eu não preciso pensar em resultados de imediato. Na verdade eu devo apenas fazer acontecer e viver um dia de cada vez. Paz! 

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